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Carros elétricos para motoristas de Uber: Resultados do projeto pioneiro desenvolvido pela movE


Motoristas da Uber que participaram do projeto no

dia de retirada dos veículos na locadora parceira



Quem nunca precisou utilizar o serviço de motoristas por aplicativo? Atualmente, esse serviço é visto como essencial para o bom funcionamento da mobilidade urbana. Seja para atender aos que não possuem automóvel ou para aqueles que, em cidades como São Paulo, precisam deixar seus veículos na garagem nos dias de rodízio. A verdade é que muito além de levar benefícios aos passageiros, oferecer seu veículo para compartilhar corridas virou uma fonte de renda para boa parte dos brasileiros.


Como sabemos, os meios de transporte são responsáveis por boa parte das emissões de gases poluentes que causam o efeito estufa. Então, como incentivar um serviço que gera renda à sociedade sem prejudicar o meio ambiente? A movE juntamente com a AES Brasil, Movida e Barassa & Cruz Consulting desenvolveram um projeto que tem por objetivo principal levar inovação e sustentabilidade para as viagens feitas por motoristas de aplicativo.


No projeto de três meses de duração, três motoristas da Uber foram selecionados para circular na cidade de São Paulo com o carro elétrico Nissan Leaf, cedido pela Movida, tendo o objetivo de entender o dia a dia dos motoristas utilizando um veículo elétrico e qual o impacto, positivo e/ou negativo, do seu uso. Para isso, a movE ofereceu o suporte de toda a Plataforma de Gestão para obtenção dos dados de recarga dos três veículos e comparação com os veículos à combustão usados para este mesmo fim.


Para auxiliar na execução do projeto, foi instalado um carregador residencial na casa de cada motorista. Os carregadores foram conectados a base de gestão da movE, onde através do aplicativo movE driver, os motoristas realizaram as recargas de forma remota e com o auxílio da plataforma Web, a equipe do projeto acompanhou o perfil de recarga de cada veículo e analisou, por exemplo, que a maioria das recargas foram realizadas no período entre 23h e 02h, ou seja, os motoristas puderam realizar suas viagens tranquilamente durante o dia com a autonomia gerada pelas recargas no período da noite nos seus carregadores residenciais.


A figura abaixo apresenta os dados dos três carregadores instalados. Além deles, os motoristas também realizaram recargas em outros carregadores de uso público disponíveis na cidade.



Dados de recarga dos carregadores utilizados pelos motoristas da Uber

Fonte: Elaboração própria


Segundo Wagner, um dos motoristas selecionados para o projeto, “com o meu veículo a combustão eu gastava em média R$ 3.000,00 de combustível (etanol) por mês, já com o carro elétrico, gastei cerca de R$ 660,00 de energia por mês, ou seja, pouco mais de 20% do que eu gastava com o combustível. Uma economia de cerca de 75%”.


Para motoristas de aplicativo, é essencial obter dados de consumo e uso do veículo a fim de realizar controles financeiros, e para isso os motoristas participantes do projeto tiveram o auxílio do movE driver durante todo o tempo de projeto. “A informação que mais busco no aplicativo da movE é a de kWh consumidos para poder registrar” e “outra informação importante que o aplicativo traz é se o carregador está disponível, ocupado ou indisponível.”, afirma o motorista Wilsom, ferramenta que otimiza o tempo do motorista e facilita o encontro de estações de recarga disponíveis durante o trajeto, caso necessário.


Esse projeto abriu portas para levar inovação a um serviço que tem se tornado cada vez mais popular, incentivou a cultura de sustentabilidade e ofereceu a experiência de um veículo elétrico para pessoas que ainda não tiveram a chance de comprar um, aproximando a mobilidade elétrica da sociedade.


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